A fecundação humana acontece quando um espermatozoide entra no óvulo, que geralmente fica na primeira porção da trompa de falópio, fazendo com que a mulher fique grávida.
Veja o vídeo a seguir para entender como decorre esse processo!
Um único espermatozoide
atravessa sua membrana, carregando consigo 23 cromossomos não pareados.
Imediatamente, esses cromossomos isolados combinam-se com os outros 23
cromossomos que existem no óvulo, passando a formar um complemento normal de 46
cromossomos, dispostos em 23 pares.
Isso dá início ao processo de
multiplicação celular, cujo resultado final é o nascimento de um bebê.
Sintomas da fecundação
São sintomas da fecundação:
- Cólica leve
- Corrimento cor de rosa.
Estes sintomas são muito sutis
e frequentemente passam desapercebidos para a maioria das mulheres. Na maior
parte dos casos, a mulher só percebe os sintomas de gravidez duas semanas após
a fecundação.
Como acontece o desenvolvimento embrionário
Após a fecundação, começa o
desenvolvimento embrionário até o nascimento do bebê, que deve ocorrer a partir
das 38 semanas de gestação.
Durante as primeiras semanas
após a implantação do ovo, sua nutrição vai depender da digestão trofoblástica
e da fagocitose do endométrio. Contudo, em torno da 12ª semana de gravidez, a
placenta já se desenvolveu o suficiente para que possa, daí por diante, suprir
todos os nutrientes que forem necessários.
Como se forma a Placenta
A placenta é formada por um
componente materno de grandes e múltiplas camadas, chamadas de seios
placentários, por onde flui continuamente o sangue materno; por um componente
fetal que é representado, principalmente, por uma grande massa de vilosidades
placentárias, que proeminam para o interior dos seios placentários e por cujo
interior circula o sangue fetal.
Os nutrientes difundem desde o
sangue materno através da membrana da vilosidade placentária para o sangue
fetal, passando pelo meio da veia umbilical para o feto.
Os excretas fetais como o gás
carbônico, a ureia e outras substâncias, difundem do sangue fetal para o sangue
materno e são eliminados para o exterior pelas funções excretoras da mãe. A
placenta secreta quantidades extremamente elevadas de estrogênio e de
progesterona, cerca de 30 vezes mais estrogênio do que é secretado pelo corpo
lúteo e cerca de 10 vezes mais progesterona.
Esses hormônios são muito
importantes na promoção do desenvolvimento fetal. Durante as primeiras semanas
de gravidez, um outro hormônio também secretado pela placenta, a gonadotrofina
coriônica, que estimula o corpo lúteo, fazendo com que continue a secretar
estrogênio e progesterona durante a primeira parte da gravidez.
Esses hormônios do corpo lúteo
são essenciais para a continuação da gravidez durante as primeiras 8 a 12
semanas. Após esse período, a placenta secreta quantidades suficientes de
estrogênio e progesterona para assegurar a manutenção da gravidez.