A pílula do dia seguinte é um
método eficiente para evitar uma gravidez indesejada após falha ou esquecimento
de uso dos contraceptivos de rotina, como pílula anticoncepcional ou a
camisinha. Apesar de já bastante conhecida, nem sempre ela é usada da forma
correta, o que pode diminuir muito sua eficácia.
Erro comuns que compromete a pílula do dia seguinte
Em seu canal no YouTube, o
médico Dráuzio Varela explica que pílula do dia seguinte é, na realidade, um
nome ruim dado ao remédio, já que transmite a ideia de que a mulher precisa
esperar até o próximo dia da relação desprotegida para tomar o medicamento. O
engano, portanto, pode reduzir a eficácia do método.
Segundo Dráuzio, o quanto
antes o remédio emergencial for ingerido, maiores as chances de sua eficácia.
Administrada até o fim do primeiro dia depois do sexo, a pílula do dia seguinte
tem taxa de eficácia de até 95%, que cai para 85%, em média, no segundo dia.
No terceiro dia após a relação
sexual, a pílula do dia seguinte perde 50% de sua eficiência e, do quarto dia
em diante, ela praticamente deixa de funcionar.
Dráuzio ainda explica que,
mesmo tomando o medicamento, existe chances de engravidar, já que ele é até 15
vezes menos eficiente como método contraceptivo do que a pílula
anticoncepcional. Confira o vídeo abaixo!
